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Mercado imobiliário de Mato Grosso pode crescer este ano 30%

MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

Após amargar três anos de prejuízo, o setor imobiliário de Mato Grosso reagiu e deverá fechar o ano com crescimento de 30%. Pelo menos essa é a expectativa do Sindicato da Habitação e das Empresas Imobiliárias de Cuiabá e Várzea Grande (Secovi) e de dirigentes das imobiliárias locais, que apostam no crescimento econômico do Estado como chamariz dos novos investimentos e, consequentemente, na expansão do ramo de imóveis.

O presidente do Secovi, Magno Antônio de Sant’Anna, atribui a fantástica recuperação do setor a uma série de fatores, como a vinda de novos investidores e a boa divulgação do Estado lá fora. "A venda de uma boa imagem, onde se destacam as potencialidades da região, está repercutindo comercialmente dentro do Estado. Favorece migração, busca de novas oportunidades e, automaticamente, a transferência de recursos de outros Estados para cá. Com isso, há muita gente querendo comprar ou alugar imóvel. Sem contar aqueles que estão montando escritório na cidade", observa Magno Sant’Anna.

Segundo ele, o aquecimento teve início logo em janeiro, mas se deslanchou a partir de maio. "Nos anos anteriores, convivemos com a estagnação e amargamos um dos períodos mais difíceis do setor. Hoje, estamos respirando bem".

Outros fatores importantes, de acordo com Magno, foi o interesse das pessoas em buscar alternativas mais seguras de investimento e ainda a abertura das linhas de crédito pela Caixa Econômica Federal, incluindo a utilização do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). "Em função da crise, havia o medo. Hoje isso não existe mais".

Na opinião do proprietário da Imobiliária Admeta, Eldo Weimer, este ano houve um bom aquecimento em relação ao mesmo período do ano passado, “favorecido pelas transferências do período de férias". O empresário vê com otimismo a transição do comércio no setor. "Às vezes, o dinheiro some e todos reclamam falta de condições para comprar. Mas, dois ou três meses depois, está todo mundo comprando".

O gerente administrativo da Abdala Imóveis, José Antônio, atribui a agitação do mercado imobiliário ao “surpreendente crescimento” do Estado. "Se olharmos para dez anos atrás, veremos uma região carente em vários aspectos. Hoje, a situação se inverteu e viramos uma referência”. José Antônio lembra que os preços também se mantêm estáveis e só há saturação na oferta de salas comerciais. Segundo ele, o valor dos aluguéis, que teve alta assustadora, caiu 40% e, hoje, encontra-se no patamar ideal.

O gerente da Imobiliária Solução, Marcos Peixoto, concorda que o setor está vivendo um período de grande aquecimento, com previsão de continuar aquecido. "No final do ano, deveremos ter uma forte explosão nas vendas", prevê. Segundo ele, o que mais sobra hoje são as salas comerciais. "Houve um excesso de oferta, até julho. Depois, uma inversão tímida. O estoque diminuiu, mas ainda não corresponde à expectativa".

Apostando alto na explosão do setor imobiliário, o gerente da Imobiliária Petrópolis, Odil Sérgio, diz que apesar da crise que o país já passou, ”sempre tivemos resultados positivos porque a nossa clientela é da classe “C” e nossos planos são viáveis". Na avaliação de Odil, a crise nos anos anteriores "afetou muito o segmento". Ele observa que hoje "as pessoas de baixo poder aquisitivo estão podendo comprar seu lote e pagar suas contas". O crescimento, em sua visão, "se deveu ao Plano Real, “uma vez que houve estabilização. Tivemos um período ruim nos últimos anos, mas a reação foi de 100% nas vendas", diz.

 

 

Diário de Cuiabá

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